EMPRESA
A certificação compulsória para alguns produtos da indústria automotiva pelo Inmetro exigida na Resolução 282 do Conama está trazendo efeitos positivos para empresas do setor. É o caso da Tuper, fabricante de catalisadores, que registrou aumento de 20% nas vendas do produto desde que passou a ser exigida sua certificação pelo instituto, em abril do ano passado.
Para o diretor da empresa, Valmir Linzmeyer, a fiscalização reforça a qualidade do processo de certificação e reflete no comportamento do consumidor que passa a exigir peças com o selo do Inmetro. “Já sentimos que o mercado está mais organizado.”
A Tuper, que fornece tanto para o mercado OEM quanto para o de reposição, informa que não houve a necessidade de realizar alterações no processo de produção de seus catalisadores porque já atendia as especificações exigidas e que todos os seus modelos são homologados pelo Inmetro. Para atender a demanda iminente, a fabricante aumentou em 2010 a automação da produção para ampliar a capacidade instalada, para 360 mil catalisadores por ano.
Também fabricante de escapamentos e ponteiras para diversos modelos de automóveis, a Tuper entrega cerca de 4 milhões de peças ao ano só para o mercado de reposição. A empresa mantém três fábricas, duas em Santa Catarina, nas cidades de São Bento do Sul, onde fica a sede, e Xanxerê. A terceira está em Curitiba, no Paraná.
OEM
Focada na venda direta às montadoras, a divisão Tuper Exhaust Systems recebeu investimento total de R$ 24 milhões nos últimos três anos para o desenvolvimento de sistemas de pós-tratamento para equipar os caminhões e ônibus Euro 5, cujas vendas iniciaram neste ano. A empresa tornou-se a única na indústria nacional a fornecer o sistema para veículos comerciais que atendem as normas do Proconve P7, em vigor desde o último 1º de janeiro.
Para fornecer os conjuntos, a Tuper ampliou a área da fábrica de sistemas de exaustão, localizada no polo de São Bento do Sul, onde introduziu uma linha robotizada e novo maquinário. Segundo a fabricante, os novos sistemas reduzem em 80% as emissões de gases e em 60% as de óxido de nitrogênio com relação à linha Euro 3.
Redação: AB
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A unidade Tuper Exhaust Systems foi eleita uma das melhores fornecedoras de 2011 da Mercedes-Benz. O anúncio aconteceu na noite de 6 de dezembro, em São Paulo, em evento do 20° Prêmio Interação e da 2ª edição do Prêmio de Responsabilidade Ambiental. A Tuper foi vencedora na categoria Especial.
O prêmio foi direcionado à TES, que é a fornecedora da Mercedes-Benz, mas para o diretor-presidente da Tuper ele deve ser compartilhado com toda a empresa. "A grandiosidade e importância desse projeto exigiram a colaboração de todos para vencer esse desafio. A conquista portanto, é de todos nós", destaca Frank Bollmann.
"Homenageamos os nossos fornecedores, reconhecendo os que mais destacaram ao longo deste ano pela excelência em qualidade, logística, custos e inovação, bem como materiais indiretos, serviços e sustentabilidade ambiental", disse Ricardo Viera Santos, diretor de Compras de Material da Mercedes-Benz do Brasil. "Com isso, buscamos celebrar resultados e reafirmar nossa parceria, coroando, ao mesmo tempo, o êxito do trabalho e a dedicação de suas equipes".
De acordo com o executivo, o comprometimento dos fornecedores com os objetivos da Mercedes-Benz foi muito importante, especialmente em um ano de grandes projetos, como a introdução de novas tecnologias para atendimento ao PROCONVE P-7, de caminhões e ônibus, a expansão da produção de caminhões para a planta de Juiz de Fora (MG), e a nacionalização do Actros.
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As revistas Quatro Rodas e Auto Esporte do mês de novembro destacam um lançamento da General Motors, o sedã Cobalt, que sai da fábrica com o catalisador e coletor de escape da marca Tuper. Única empresa brasileira a fornecer escapamentos e catalisadores para montadoras. A Tuper investe permanentemente no desenvolvimento de novos produtos e tecnologias, atendendo com excelência um mercado cada vez mais exigente.
O Cobalt
Ele foi construído a partir de uma nova plataforma, o que inclui uma posição de dirigir bem mais agradável que a do Agile e um comportamento de carro maior. E isso não é só impressão. Com 4,48 m de comprimento, 1,73 m de largura e 2,62 m de entre-eixos, o Cobalt chega oferecendo espaço interno maior que o do irmão mais caro – e quem garante isso é a própria Chevrolet. De fato, o acesso à cabine é facilitado pelas grandes portas e a acomodação, seja nos bancos da frente ou no de trás, é bastante confortável. Contribui para isso também os bancos com bom apoio para o corpo.
Outro destaque vai para o porta-malas, que se canditada a maior do Brasil: 563 litros divulgados, lembrando que o estepe é fino, de uso temporário. A boa notícia fica por conta do câmbio, que recebeu um novo seletor de engates. Assim, as trocas ficaram mais curtas e silenciosas que no Agile, por exemplo. Três versões estão disponíveis agora na estreia: a básica LS, já com ar, direção hidráulica, trava elétrica e chave canivete, parte de R$ 39.980. A intermediária LT, que acrescenta rodas de liga, vidros elétricos na dianteira, duplo airbag e ABS, sai por R$ 43.780. Já a topo de linha LTZ, que traz ainda faróis de neblina, computador de bordo e CD player, custa R$ 45.980. A previsão de vendas é de 3.500 unidades mês. E no primeiro trimestre de 2012 é a vez da versão automática, que usará a transmissão de seis marchas.
O carro foi premiado com o Ten Best revista Car and Driver, como melhor sedã compacto.
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Vocação de líder inovador leva presidente da Tuper a ser destaque no Fórum de Líderes Empresariais
30/11/2011
Em reconhecimento pela vocação de liderança e de inovação no setor industrial brasileiro, o Fórum de Líderes Empresariais, concedeu ao empresário catarinense Frank Bollmann, diretor-presidente da Tuper, o “Prêmio Fórum de Líderes Empresariais” do ano de 2011. Idealizado e concedido para incentivar lideranças empresariais em cada estado do País e também em setores da economia, o Fórum de Líderes Empresariais é hoje a maior rede de articulação empresarial do Brasil e mobiliza anualmente as principais lideranças do setor privado nacional para escolher aqueles que mais se destacaram no ano.
O prêmio concedido pelos líderes empresariais ao diretor-presidente da Tuper representa o reconhecimento público de sua destacada atuação à frente da sexta maior processadora de aço do País. O espírito empreendedor e inovador demonstrado pelo empresário catarinense têm feito a Tuper, com atuação em 22 setores econômicos, sustentar forte crescimento nos últimos anos. Este ano, por exemplo, a empresa deve fechar com um faturamento bruto de R$ 1 bilhão, o que representará um crescimento de 11,8% sobre 2010. A expansão torna-se ainda mais expressiva quando se recorda que a empresa já vem de um crescimento de 33% nas vendas no ano anterior.
Outro feito notável da Tuper foi o avanço da empresa no ranking “500 Maiores do Sul do Brasil”, realizado pela revista Amanhã, especializada em economia. A empresa subiu 10 posições, ocupando este ano a 79ª posição no levantamento que leva em conta os balanços das companhias. Todo esse bom desempenho da empresa se deve a uma estratégia de constante investimento no desenvolvimento de novos mercados, em inovação tecnológica, na ampliação do parque fabril e também no aprimoramento dos seus 2.300 funcionários.
Neste momento, por exemplo, a Tuper está finalizando investimentos de aproximadamente R$ 190 milhões em uma nova fábrica para a produção de tubos de aço de diâmetros maiores, em comparação a sua linha atual, especialmente para atender o mercado de óleo e gás, a indústria naval e também os grandes projetos de infraestrutura do País. O plano é iniciar a produção já no primeiro semestre de 2012.
Serão fabricados na nova planta tubos de 140mm até 340mm de diâmetro e até 16mm de espessura. Atualmente, a maior tubulação produzida pela Tuper é de 127 milímetros de diâmetro com 6,30mm de espessura. A nova fábrica terá uma área total de 34.500 m² e está sendo construída junto de um dos complexos produtivos existentes em São Bento do Sul (SC).
Além de Bollmann, o Prêmio Fórum de Líderes homenageou também demais líderes empresariais de Santa Catarina, como: Vicente Donini, Décio da Silva, Guilherme Weege, Evandro Mueller de Castro e Rolf Buddemeyer, entre outros. Esta foi a 34ª edição do prêmio.
QUEM É A TUPER
A Tuper, que chega em 2011 aos 40 anos de atuação, é uma das maiores transformadoras de aço do país. Seus produtos atendem 22 segmentos de mercado, com destaque para os setores da construção civil, automotivo, sucroenergético, máquinas e implementos rodoviários e agrícolas, entre outros.
A estrutura da empresa é formada por sete unidades de negócios, distribuídas em mais de 80 mil metros quadrados de área construída. Com sede em São Bento do Sul e unidades industriais também em Xanxerê e Curitiba, a empresa possui presença física com mais de 20 pontos de distribuição, localizados em cidades estratégicas do país.
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O crescimento de 33% no faturamento, alcançado em 2010, garantiu à Tuper uma elevação de dez posições no ranking das 500 maiores empresas do Sul do Brasil. A empresa são-bentense se situou em 79º lugar no tradicional e respeitado levantamento Grandes & Líderes realizado pela revista Amanhã, especializada em economia.
Considerando apenas Santa Catarina, a Tuper subiu uma posição e se tornou a 16º maior empresa do Estado. A empresa também subiu uma posição entre as maiores receitas bruta do setor de metalurgia, posicionando-se em 3º lugar na região Sul e em 2º lugar em Santa Catarina. Para definir o ranking, a revista Amanhã analisa os balanços das companhias.
O faturamento bruto de R$ 894,55 milhões em 2010 deve ser superado neste ano, quando a Tuper pretende ultrapassar a barreira de R$ 1 bilhão em vendas. Os permanentes investimentos em tecnologia, desenvolvimento de novos produtos, ampliação de mercados e capacitação profissional vêm dando suporte ao crescimento da empresa.
“Estamos constantemente estudando novos mercados e encontrando novas soluções para atender nossos atuais e futuros clientes com produtos e serviços de excelência. É dessa forma, investindo em inovação e desenvolvimento sustentável, que procuramos crescer”, destaca o diretor presidente Frank Bollmann.
Com 40 anos de atuação, a Tuper atende 22 segmentos de mercado, com destaque para os setores da construção civil, automotivo, sucroenergético, máquinas e implementos rodoviários e agrícolas, entre outros. A empresa possui sete unidades de negócios e mais de 2.300 funcionários. No início do próximo ano, a Tuper irá inaugurar uma nova fábrica para atender segmentos promissores da economia, como a indústria naval, de óleo e gás e das grandes construções.
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A Tuper esteve novamente presente no Congresso SAE Brasil, a maior vitrine de inovações tecnológicas do setor da mobilidade do país, que aconteceu entre 4 e 6 de outubro no Expo Center Norte em São Paulo. A empresa mostra ao mercado sua linha de componentes automotivos e sistemas de exaustão. A maior novidade da Tuper é sua condição de única empresa brasileira a produzir sistemas de pós-tratamento de gases de exaustão para veículos comerciais, que irão atender às exigentes normas estabelecidas pelo Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores - Proconve P7, do Ministério do Meio Ambiente, equivalente à norma europeia Euro V.
A empresa inaugurou há três meses suas novas linhas de produção para a fabricação de peças ao setor automotivo, após investir R$ 24 milhões em sua sede em São Bento do Sul, SC. Os recursos incluem a aquisição de 15 robôs de última geração. Essa estrutura já está sendo utilizada para fornecer componentes para o sistema de pós-tratamento de gases da linha de caminhões e ônibus da Mercedes-Benz.
A segunda linha de produção se prepara para fabricar catalisadores integrados ao coletor de escape, que trabalha na redução de emissões geradas pelo motor do carro. Essa peça será usada, a partir do segundo semestre deste ano, no novo veículo global da montadora GM. Essa nova linha de produção conta, além de máquinas importadas, com equipamentos projetados e produzidos na própria Tuper. Essa moderna estrutura industrial integra a Tuper Sistemas de Exaustão, unidade de negócios voltada ao atendimento do mercado original - OEM. Para cumprir as novas exigências da legislação do Proconve, que entram em vigor a partir de 2012, houve um avanço tecnológico nos componentes do sistema de exaustão dos caminhões.
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Sexta maior processadora de aço do país e principal fornecedora às montadoras de escapamentos originais para veículos comerciais, a catarinense Tuper esta perto de concluir um novo ciclo de investimentos de R$ 290 milhões e alcançar o primeiro faturamento na casa de R$ 1 bilhão. Do total previsto em aportes até 2012, quase R$ 100 milhões foram direcionados à produção de escapamentos e adequação dos sistemas de exaustão à norma Euro V, que se torna obrigatória em 2012. Com o aporte, o faturamento dessa unidade de negócio deve dobrar até 2013. "A grande locomotiva da Tuper sempre foi o aprimoramento tecnológico", conta o fundador e presidente da empresa Frank Bollmann. Com investimento nos novos sistemas de exaustão, que vão equipar caminhões da Mercedes Benz e automóveis da GM, o faturamento da área de autopeças, há 40 anos, saltará dos R$ 100 milhões precisos neste ano para R$ 200 milhões. Dessa forma a área se consolida como uma das principais fontes de receita da empresa, apenas do forte processo de diversificação dos negócios, especialmente na última década. Nesse período, conta Bollmann, o faturamento da empresa cresceu em média 22% ao ano, chegando a R$ 895 milhões em 2010, neste ano, as receitas das sete unidades de negócios - que por sua vez, atuam em 22 diferentes segmentos - deve atingir R$ 1 bilhão. Em 2014, conforme projeção da empresa, a metade R$ 1,5 bilhão deverá ser alcançada. Diversificar as operações, conforme Bollmann, funcionou ainda como blindagem em épocas de crise. "um ou outro segmento pode ir mal, mas acaba compensado por outros", explica.
Na área de autopeças, lembra o empresário, o ponto de partida foi o mercado de reposição. Hoje, segundo dados do Sindirepa, a empresa responde por 38% das vendas de escapamentos no mercado secundário. Em OEM (fornecimento às montadoras), essa fatia sobe a 48% no segmento de comerciais leves.
Com a obrigatoriedade do atendimento às regras do Euro V, ou Proconve P7 na nomenclatura brasileira, a empresa desenvolveu ainda conversores catalíticos para veículos de passeio, que são integrados ao coletor de escape e cumprem as regras de redução de emissões. Anualmente, a Tuper produz 3,9 milhões de escapamentos e 60 mil catalisadores para o mercado de reposição - para as montadoras, a produção é de 300 mil catalisadores por ano. Os mais de R$ 190 milhões restantes do plano de investimentos estão sendo aplicados na construção de uma nova fábrica - a quinta da empresa -, também voltada à fabricação de tubos de grandes diâmetros aplicados nas áreas de petróleo e gás e na construção civil. Conforme Bollmann, a empresa passará a oferecer tubos estruturados com até 340 milímetros de diâmetro externo. "Trata-se do que há de mais moderno na fabricação de tubos soldados", diz.
No ano passado, a Tuper, que tem sede em São Bento do Sul (SC), processou mais de 240 mil toneladas de aço. Para este ano, a estimativa é chegar a 320 mil toneladas transformadas. O aço processado pela empresa é fornecido por Usiminas, CSN e ArcelorMittal.
Fonte: Jornal Valor Econômico
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A Tuper inaugurou nesta quinta-feira, 16, uma nova linha de produção de sistemas de pós-tratamento de gases veiculares para veículos comerciais a diesel. A linha faz parte do investimento de R$ 24 milhões feito na fábrica de São Bento do Sul (SC), que recebeu instalações adicionais que ocupam 4.360 m2 para abrigar novo maquinário, incluindo 15 robôs de última geração.
Em comunicado, o presidente da empresa, Frank Bollmann, informa que a Tuper torna-se a única fabricante brasileira a produzir sistemas SCR de pós-tratamento de gases de exaustão para motores diesel, que passam a equipar caminhões e ônibus no País para atender aos limites de emissões do Proconve P7 (equivalentes à norma Euro 5), que entra em vigor a partir de janeiro de 2012. O executivo revela que o primeiro cliente do componente é a Mercedes-Benz, que começa a receber o novo sistema catalisador até o fim deste mês. Bollmann assinala que o desenvolvimento do sistema para a Mercedes-Benz exigiu 20 mil horas de trabalho, durante mais de dois anos, em conjunto com a montadora e fornecedores de diversos países. Parte da equipe realizou treinamento na Europa.
General Motors
Outra parte do investimento foi aplicada em mais uma nova linha de produção, equipada com máquinas importadas e outras produzidas pela própria Tuper, que a partir do segundo semestre do ano começa a fabricar catalisadores integrados ao coletor. O componente será fornecido para equipar o novo veículo global da General Motors.
A Tuper completa 40 anos como uma das maiores transformadoras de aço do País, com divisões que produzem principalmente tubos, escapamentos, coletores e conjuntos catalisadores, atendendo duas dezenas de segmentos de mercado, com destaque para construção civil, automotivo, sucroenergético, máquinas e implementos rodoviários e agrícolas. Com sete unidades de negócios e 2,3 mil funcionários, a empresa é a maior de São Bento do Sul e uma das 20 maiores de Santa Catarina. O faturamento de 2011 está projetado em R$ 1 bilhão.
Fonte: AutomotiveBusiness
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Com a inauguração de suas novas linhas de produção para a fabricação de peças ao setor automotivo, na noite de 16 de junho, a Tuper passa a ser a única empresa brasileira a produzir sistemas de pós-tratamento de gases de exaustão para veículos comerciais que irão atender às exigentes normas estabelecidas pelo Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores - Proconve P7, do Ministério do Meio Ambiente, equivalente à norma europeia Euro V. A empresa, com sede em São Bento do Sul, investiu R$ 24 milhões na construção de 4.360 m2 de área e na aquisição de alta tecnologia, incluindo 15 robôs de última geração. Ainda nesse semestre, inicia o fornecimento de componentes para o sistema de pós-tratamento de gases para a linha de caminhões e ônibus da Mercedes-Benz. A segunda linha de produção irá fabricar catalisadores integrados ao coletor de escape, que trabalha na redução de emissões geradas pelo motor do carro. Essa nova peça será usada, a partir do segundo semestre deste ano, no novo veículo global da montadora GM. Essa nova linha de produção conta, além de máquinas importadas, com equipamentos projetados e produzidos na própria Tuper.
As novas linhas de produção integram a estrutura industrial da Tuper Sistemas de Exaustão, unidade de negócios voltada ao atendimento do mercado original - OEM. Para cumprir as novas exigências da legislação do Proconve, que entram em vigor a partir de 2012, houve um avanço tecnológico nos componentes do sistema de exaustão dos caminhões. O desenvolvimento da tecnologia exigiu 20 mil horas de trabalho, durante mais de dois anos, em conjunto com a Mercedes-Benz e fornecedores de diversos países. Parte da equipe realizou treinamento na Europa para se aperfeiçoar. “A evolução da tecnologia que estamos oferecendo ao mercado automotivo comprova nossa capacidade e disposição para garantir excelência no atendimento”, destaca o diretor-presidente da Tuper, Frank Bollmann.
Tuper
A Tuper, que chega em 2011 aos 40 anos de atuação no mercado, é uma das maiores transformadoras de aço do país. Seus produtos atendem 22 segmentos de mercado, com destaque para os setores da construção civil, automotivo, sucroenergético, máquinas e implementos rodoviários e agrícolas, entre outros. A estrutura da empresa é formada por sete unidades de negócios, distribuídas em mais de 80 mil metros quadrados de área construída. Com sede em São Bento do Sul e unidades industriais também em Xanxerê e Curitiba, a empresa possui presença física em 25 pontos de distribuição, localizados em cidades estratégicas do país. A Tuper é a maior empresa de São Bento do Sul e uma das 20 maiores de Santa Catarina em faturamento, além de se posicionar entre as 100 empresas líderes em faturamento na região Sul do país. Neste ano, planeja ultrapassar a marca de R$ 1 bilhão em faturamento. Mais de 2.300 profissionais atuam na Tuper.
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Tuper 40 Anos de Atuação
15/06/2011
A Tuper chega, em 2011, aos 40 anos de atuação no mercado como uma das maiores transformadoras de aço do país. É uma história de conquistas e realizações, pontuada pelo empreendedorismo e pela visão empresarial moderna, em que a responsabilidade social e a sustentabilidade caminham juntas com o desenvolvimento. Ao longo de quatro décadas, a empresa vem se aperfeiçoando de forma arrojada para oferecer soluções inovadoras e competitivas. Seus produtos atendem 22 segmentos de mercado, com destaque para os setores da construção civil, automotivo, sucroenergético, máquinas e implementos rodoviários e agrícolas, entre outros. A estrutura da Tuper é formada por sete unidades de negócios, distribuídas em mais de 80 mil metros quadrados de área construída. Com sede em São Bento do Sul e unidades industriais também em Xanxerê e Curitiba, a empresa possui presença física em 25 pontos de distribuição, localizados em cidades estratégicas do país. Os registros oficiais mais recentes de entidades empresariais e da imprensa especializada demonstram a importância da Tuper para a economia regional, estadual e nacional. Segundo o Inda - Instituto Nacional dos Distribuidores do Aço, a empresa é a quinta maior processadora de aço do Brasil, com uma capacidade anual de 300 mil toneladas por ano. A Tuper é a maior empresa de São Bento do Sul e uma das 20 maiores de Santa Catarina em faturamento, além de se posicionar entre as 100 empresas líderes em faturamento na região Sul do país. Neste ano, planeja ultrapassar a marca de R$ 1 bilhão em faturamento.
A construção dessa história iniciou em 1971, quando um pequeno grupo de empreendedores começou a concretizar um novo negócio, que ajudava a diversificar a economia regional em um segmento inovador. Surgia assim o primeiro produto da Tuper: escapamentos automotivos para o mercado de reposição. Hoje, com mais de 1.300 itens para veículos da frota brasileira, a empresa é líder nacional nesse segmento com 38% de participação de mercado. O sucesso da indústria motivou e fez surgir outras unidades industriais. Em 1981 foi inaugurada a unidade Tubos, inicialmente para atender à demanda interna de matéria-prima para os escapamentos, transformando-se em uma das maiores fabricantes de tubos de aço do país. Em 1989 nasceu a unidade Telhas e Perfis, conhecida atualmente como Sistemas Construtivos, que também figura entre as líderes nacionais no desenvolvimento de sistemas para coberturas metálicas. No ano 2000 a Tuper expandiu sua atuação para o segmento de sistemas de exaustão para o mercado original ao firmar uma joint-venture internacional. Desde 2010, a Tuper Sistemas de Exaustão passou a ser totalmente controlada pela empresa. A unidade fornece para as principais montadoras do país e está pronta para atuar com produtos que atendem às mais rigorosas normas de emissões de poluentes, como a Euro V. Em 2006 a Tuper inaugurou a unidade Tubos Especiais e Componentes, voltada à fabricação de produtos de alta sofisticação, como peças e componentes para a indústria automotiva. Já em 2008 adquiriu a Vanzin Automotive, indústria de escapamentos para o mercado de reposição localizada em Xanxerê, na época uma das principais concorrentes da empresa. A negociação envolveu ainda a Vanfix Plásticos, de Curitiba, e a Transpeças, responsável pela distribuição dos produtos. No ano passado, a Tuper deu início à produção de tubos galvanizados com a inauguração da fábrica de Galvanização, uma das mais modernas da América Latina. Paralelamente a toda essa ampliação industrial, a empresa criou um novo conceito em centros de distribuição com a formação da Tuper Comercial. Ainda nesta noite, a empresa inaugura as novas linhas de produção da Tuper Sistemas de Exaustão, destinadas ao atendimento da indústria automotiva nacional. Foram R$ 24 milhões investidos em obras físicas e equipamentos de alta tecnologia, que incluem 15 robôs de última geração.
O próximo passo, a ser concretizado em 2012, será a inauguração de uma nova unidade de negócios. O objetivo é conquistar segmentos ainda mais nobres e promissores da economia, como a indústria naval, de óleo e gás e de construções de grande porte. O parque fabril, em construção no bairro Brasília, terá 34.500 metros quadrados de área construída. A nova unidade representará inicialmente um aumento de 60 mil a 80 mil toneladas na produção total da companhia, já no primeiro semestre do próximo ano, e de 150 mil a 160 mil até 2013. O crescimento econômico também terá reflexos altamente positivos na geração de empregos e de riquezas à região. A nova fábrica irá gerar 250 novos empregos diretos. Os futuros colaboradores irão se somar aos mais de 2.300 profissionais qualificados e comprometidos que atualmente integram a empresa. A Tuper acredita que as pessoas fazem a diferença para o alto desempenho da companhia. Por isso, mantém uma gestão moderna, participativa e com um forte vínculo de confiança. Os colaboradores encontram na empresa um ambiente favorável ao crescimento pessoal e profissional. Outro pilar que sustenta a filosofia de trabalho da Tuper é a prática do desenvolvimento com consciência ambiental e responsabilidade social. O sistema de gestão ambiental, certificado pela ISO 14001, coordena ações que buscam o melhor equilíbrio possível entre os processos industriais e os recursos naturais. A prática da responsabilidade social, por sua vez, pode ser vista no apoio e na promoção de atividades que envolvem especialmente a educação, a cultura e o esporte. Porque a empresa tem consciência de sua importância para o desenvolvimento sustentável de toda a comunidade. É com esse espírito de crescimento saudável, que se mantém vivo há 40 anos, que a Tuper projeta o amanhã.
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Às vésperas de entrar em vigor a norma brasileira Proconve P7, fabricantes concluem o processo de adaptação aos novos limites de emissões, que se revelaram boas oportunidades de negócios e investimentos. "O Brasil fez em três anos o que a Europa fez em dez", disse Gilberto Leal, gerente de Desenvolvimento de Motores Mercedes-Benz do Brasil. Mas para ele a maior dificuldade foi encontrar fornecedores que tivessem implementado técnicas até então inéditas no País. "A caixa de catalisador agora é feita por robôs, em aço inox, e não o aço mais comum, o tanque para guardar a uréia também teve uma série de tecnologias, pois trata-se de líquido bem fluído."O Euro 5 foi postergada por três anos e entrará em vigor no País em 1º de janeiro, exigindo a diminuição de poluentes. A venda de modelos fabricados antes dessa data e não adaptados a nova legislação será permitida no país até 31 de março de 2012. Segundo montadoras e sistemistas, o mercado está pronto para atender a demanda. A Tuper, fornecedora nacional de sistemas de exaustão, projeta dobrar o faturamento por conta do atendimento de 80% do mix de caminhões e ônibus Mercedes-Benz, para os quais fabricará o conjunto eletrônico de pós tratamento químico. A empresa construiu uma nova unidade, com 3.500 m² de área, especificamente para atender as necessidades do projeto Euro 5, na cidade de São Bento do Sul, Santa Catarina. 0 investimento, da ordem de R$ 24 milhões, contou com recursos próprios e externos, e também envolveu a aquisição de novos equipamentos, como uma célula com 12 robôs para a fabricação de componentes. "As peças aprovadas já estão a disposição da montadora", diz Alessandro Besen Barbosa, diretor da Unidade de Negócio. "Tivemos a parceria de uma empresa européia que forneceu a tecnologia, mas várias adaptações foram feitas para atender as necessidades do nosso mercado." Barbosa afirma que o processo de nomeação da Mercedes-Benz como cliente até o início da produção em série levou cerca de dois anos. "Recebemos visitas de dirigentes da Alemanha e precisamos convencê-los de que tínhamos capacidade produtiva." lnicialmente, muitos componentes tiveram de ser importados ou substituídos por aqueles feitos por empresas que concentraram esforços em adaptar suas linhas. Mas a previsão e de que um maior número de montadoras nacionalize seus fornecedores. Barbosa é otimista quanto a nacionalização de componentes. "Há estimativas de que as tecnologias relacionadas ao futuro Euro 6 representem 50% do valor do produto. Como o Finame financia modelos com 60% de conteúdo local, a indústria brasileira terá que se adaptar." 0 Euro 6 entra em vigor na Europa a partir de janeiro de 2014 e ainda sem definição para o Brasil. “Tivemos que contar com fornecedores de origem européia para sistema de filtragem, limpeza de catalisadores, sensores e silenciosos" detalha Marcelo Motta, gerente da Plataforma de Pesados da lveco." Havia filiais de multinacionais aqui que não estavam prontas para produzir os novos componentes ou não tinham capacidade. São 74 modelos para se adaptar as normas só na Iveco. É um impacto na cadeia de fornecimento, mas a idéia e adotar fornecedor local." Stephan Blumrich, diretor da Unidade de Catalisadores Automotivos da Umicore no Brasil, diz que foram investidos R$ 12 milhões numa bancada de motores que permite testar e desenvolver produtos. O gasto com testes e peças soma R$ I milhão e o de fornecimento, que começa no fim do ano, responde por investimentos de R$ 500 mil em ajustes na linha de produção. "Se o mercado fosse de volume, como o chinês, teríamos que investir o dobro. Muitas montadoras ainda importam catalisadores, o que limita os investimentos." Segundo Blumrich, investir em caixas de aço inoxidável para catalisadores, como os fabricados pela Tuper, não esta descartado. "Precisamos de escala para investir local mente, o que deve ocorrer com a nacionalização de componentes." A Umicore, que pretende atingir 30% de participação de mercado, por enquanto tem parcerias, a maioria com fornecedores de importados por conta do preço do dólar. "É preciso investir, mas com ressalvas. Uma alta do dólar, se ocorresse, seria o motor para necessidade de nacionalizar”, afirma Blumrich, lembrando que o problema logístico de importação deve ser levado em conta. Segundo Marco Liccardo, diretor de Produção e Engenharia da lveco, há novos fornecedores de componentes agregados ao sistema de combustão e pós tratamento e também de componentes que já faziam parte dos veículos. “Alguns tiveram que ser atualizados”, diz. "Os chassis, por exemplo, têm que ser mais leves e dar suporte aos novos sistemas. Alguns perderam os fornecimentos.” Fonte: Automotive News Brasil - Maio/2011 nº16 - São Paulo/SP.
Expansões - De acordo com Arnaldo Iezzi Jr., diretor geral da BorgWarner Brasil, a fabricante de turbos fechou contratos de fornecimento com novas montadoras de caminhões no País por conta de mudanças relacionadas ao Euro 5. 0s investimentos estimados para aumentar a capacidade de produção, desenvolver componentes e testá-Ios e de R$ 30 milhões de 20 I0 até 2012. A empresa estuda trazer novas divisões e construir uma nova planta por aqui, além da que funciona em Campinas. Entre os novos negócios está a divisão Emission Systems, que seria voltada ao sistema de circulação para as regulamentações Euro 5 e Euro 6. Para Cummins, a legislação é um marco. "Queremos aumentar a abrangência com o Euro 5, por isso ampliamos a gama de negócios com solução desde filtros até saídas de gases do escape e fluído do Arla32, além de tecnologias de turbo desenvolvidas aqui para os motores atenderem as normas", diz Luís Chain, gerente executivo de Marketing e Vendas da sistemista. "Os novos motores emitem ate mais poluentes do que os do Euro 3. O segredo e o sistema de pós-tratamento, que conta com maiores pressões de uréia e de combustão, o que afeta a durabilidade", explica Chain. "Por isso, investir em catalisadores é oportunidade de aumentar a empresa e integrar valor. A complexidade de custo aumenta muito." De acordo com Domingos Carapinha, gerente de Desenvolvimento de Produto da MWM, os investimentos em manufatura e capacitação de pessoas para fazer o motor MaxForce 3.2, adequado as normas de emissão Euro 5, São de US$ 85 milhões em 20 II. O mesmo propulsor deverá passar por ajustes para se enquadrar a regulamentação Euro 6 e a projeção de vendas para este ano é de 160 mil motores. "O objetivo é garantir volume aqui para poder exportar. O País entra num novo patamar em termos de tecnologia, mais alinhada as exigências mundiais. Isso facilita a possibilidade de exportações.”
Contratações - A adaptação também demandou contratações. Na lveco, 60 engenheiros foram contratados especificamente para o projeto Euro 5. "A tecnologia veio da Europa, mas precisou de um desenvolvimento aqui, devido as temperaturas mais altas, condições de via e carga. Lá o máximo é de 45 e aqui chega a 74 toneladas. A qualidade de combustível também é diferente", diz Liccardo. "Cerca de 20% dos engenheiros brasileiros já foram para centros de desenvolvimento na Alemanha, Turim e Ulm. Mais 30 a 40% vão fazer pequenas estadias e os europeus virão também." Suzelei Matozinho, gerente de Recursos Humanos da lveco, diz que além da dificuldade de encontrar profissionais para preencher as vagas criadas com o Euro 5, o perfil de gestão de projetos foi difícil de localizar. "É um projeto longo e que não deve terminar por aí, depois virão outras regulamentações. Por isso, haverá capacitação de profissionais no IBMEC."
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A Tuper está presente no mais renomado evento profissional brasileiro voltado à indústria da mobilidade, que reúne os maiores players do segmento. O Congresso e Exposição Internacionais de Tecnologia da Mobilidade SAE Brasil acontece em São Paulo sob o tema Competências da Engenharia Brasileira para a Mobilidade do Futuro.
Como fornecedora de referência do setor automotivo, a Tuper participa do congresso e da feira com suas duas unidades industriais, a Tubos Especiais e Componentes e a Tuper Exhaust Systems. A empresa está apresentando sua linha de componentes automotivos e de sistemas de exaustão para o mercado original, integrado por sistemas de pós-tratamento, tubos de exaustão e conversores catalíticos.
A Tuper está se preparando para fabricar produtos que atendam as exigências do Proconve P7, ou Euro V, uma das normas mais severas para controle de emissões de gases poluentes, que entrará em vigor no Brasil a partir de 2012. Essa tecnologia já será empregada nos novos projetos em desenvolvimento pela empresa.
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Reportagem revela investimentos e evolução
25/08/2010
O boletim eletrônico AutoData, especializado no mercado automotivo, revelou em sua edição de 13 de agosto os investimentos que vem sendo realizados e a projeção de crescimento da unidade Tuper Exhaust Systems. A reportagem, feita em São Bento do Sul por jornalista da editora, mostra os novos negócios da TES no atendimento ao mercado original automotivo.
Confira a matéria na íntegra:
TES ganha novos contratos e investe
Para atender necessidades de dois novos contratos a Tuper Exhaust Systems, TES, de São Bento do Sul, SC, investe R$ 40 milhões na construção de pavilhão de 3,5 mil m² e na aquisição de equipamentos importados. O espaço em fase de edificação, que substitui antigas instalações, será dedicado exclusivamente a demandas geradas por Mercedes-Benz e General Motors.
Para a Mercedes-Benz a TES fornecerá sistemas de pós-tratamento da linha Atego, visando a atender à nova legislação de emissões com base na norma Euro 5, equivalente a Proconve P7. Para a GM produzirá coletor e conversor catalítico que equiparão modelos do projeto GSV, Global Small Vehicles.
De acordo com o gerente Alessandro Alexandre Barbosa estes contratos colocam a empresa em um novo patamar tecnológico. Toda a linha de produção será automatizada, com destaque para quinze robôs, dos quais oito para solda, quatro para manipulação e outros três para processos auxiliares. Ele disse que a robotização é fundamental porque são peças com até 12 metros de solda e que exigem alto nível de segurança.
Os dois contratos, que começam a ser cumpridos a partir do segundo semestre de 2011, terão influência decisiva na expectativa de elevar em duas vezes a atual receita da unidade, que girará em torno de R$ 64 milhões neste ano: “Trabalhamos com visão de R$ 200 milhões já em 2012”.
No caso da Mercedes-Benz Barbosa projeta que a TES atenderá de 70% a 80% das necessidades do sistema de exaustão de veículos comerciais, pois também haverá fornecimento para os caminhões Accello Accelo e para alguns modelos da linha Axxor Axor e ônibus. No caso da GM, por questões de confidencialidade contratual, ele não informou volumes.
A projeção é que as obras civis estarão concluídas em setembro, quando as máquinas começam a chegar. A instalação deve ocorrer até dezembro para que a produção cresça gradualmente a partir de fevereiro.
Uma das sete unidades da Tuper a TES foi criada em 2000 como joint venture com a alemã Eberspächer. No ano passado foi integralmente assumida pela empresa catarinense e ganhou a atual denominação em substituição à antiga Eberspächer Tuper.
A unidade tem produzido média mensal de 50 mil peças, como sistemas de exaustão para veículos comerciais e catalisadores para automóveis, o que representa em torno de 70% da capacidade instalada. No segmento OEM pesado a unidade atende, com silenciosos e tubos de exaustão, MAN, Ford, Mercedes-Benz, Scania e Iveco. Na linha leve abastece Nissan e Renault com conversores catalíticos.
Fonte: Roberto Hunoff, de Caxias do Sul, RS
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No ano em que completa uma década de desenvolvimento e fabricação de sistemas de exaustão para a indústria automotiva, a Tuper Exhaust Systems - OEM lança um novo site para se comunicar de maneira eficiente com o mercado.
O conteúdo, disponível em www.tuper.com.br/tes, foi totalmente reformulado e atualizado para evidenciar a tecnologia empregada no processo de fabricação, o rigoroso controle da qualidade e a especialização da equipe, entre outros diferenciais que atendem ao alto grau de exigência das montadoras e que fazem a empresa ser líder no mercado de veículos comerciais leves, com 43% de market share.
Alinhado ao novo conteúdo também está o projeto gráfico, mais moderno e dinâmico. Outra novidade apresentada é uma ferramenta para auxiliar clientes e visitantes. Através do link Contato – Localização é possível simular o trajeto até o município São Bento do Sul (SC), no qual está localizada a sede da empresa, a partir de qualquer endereço do Brasil.
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A Tuper tem presença confirmada entre os expositores do SAE Brasil 2010 - 19º Congresso e Exposição Internacionais de Tecnologia da Mobilidade. O evento acontecerá entre 5 e 7 de outubro no Expo Center Norte, em São Paulo. O tema a ser debatido nessa edição será Competências da Engenharia Brasileira para Mobilidade do Futuro.
O SAE Brasil reunirá profissionais especializados no mercado automotivo mundial para compartilhar informações atualizadas, analisar e debater as tecnologias e soluções para o futuro. Ao participar do evento, a Tuper contribui com a evolução do setor e o desenvolvimento sustentável da economia mundial. A Tuper irá participar do evento com as unidades Tuper Exhaust Systems | OEM e Tubos Especiais e Componentes. A empresa estará no estande nº 117 do SAE Brasil 2010.
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A Tuper Exhaust Systems | OEM chega ao seu décimo ano de atuação, completados em julho de 2010, como líder no mercado de veículos comerciais leves. A empresa atende 43% do segmento deste segmento, além de também fornecer peças para caminhões e ônibus. As principais marcas automotivas são atendidas pela empresa, como MAN (antiga Volkswagen), Ford, Mercedes-Benz, Scania, Iveco, Renault, Nissan, Peugeot Citroën e GM. A especialização técnica e a utilização de tecnologia de ponta são fatores que vêm abrindo mercados.
A empresa já fabrica produtos que atendem as exigências do Proconve P7, ou Euro 5, uma das normas mais severas para controle de emissões de gases poluentes. O cumprimento às normas, como a ISO TS 16949 e a ambiental ISO 14001, além do respeito aos padrões internacionais de qualidade, colocam a Tuper Exhaust System | OEM entre as melhores fornecedoras no setor automotivo.
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Tuper é indicada ao Prêmio AutoData 2010
20/07/2010
A Tuper recebeu a indicação para um dos mais importantes e disputados reconhecimentos do setor automotivo brasileiro. A empresa de São Bento do Sul foi selecionada para o prêmio AutoData 2010 na categoria Fornecedor de Peças, Partes e Componentes. Pela sua indicação, a Tuper já recebe o título de Melhores do Setor Automotivo.
A definição dos indicados aconteceu no dia 16 de julho, quando o corpo editorial da AutoData Editora selecionou quatro empresas em cada categoria, pela sua atuação nos últimos 12 meses, entre centenas de cases de empresas. O vencedor será escolhido pelos leitores dos veículos da AutoData. A premiação acontecerá em novembro em São Paulo.
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A Tuper tem presença confirmada entre os expositores do SAE Brasil 2010 - 19º Congresso e Exposição Internacionais de Tecnologia da Mobilidade. O evento acontecerá entre 5 e 7 de outubro no Expo Center Norte, em São Paulo. O tema a ser debatido nessa edição será Competências da Engenharia Brasileira para Mobilidade do Futuro.
O SAE Brasil reunirá profissionais especializados no mercado automotivo mundial para compartilhar informações atualizadas, analisar e debater as tecnologias e soluções para o futuro. Ao participar do evento, a Tuper contribui com a evolução do setor e o desenvolvimento sustentável da economia mundial. A Tuper irá participar do evento com as unidades Tuper Exhaust Systems | OEM e Tubos Especiais e Componentes. A empresa estará no estande nº 117 do SAE Brasil 2010.
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